THE LAST MAN ON EARTH

Criado por Will Forte

País: EUA

Gênero: Comédia

Ano: 2015

Elenco:  Will Forte

Kristen Schaal

January Jones

Mel Rodriguez

SINOPSE: 

Phil Miller (Will Forte) era apenas um cara normal que amava sua família e odiava seu emprego no banco – agora ele parece ser a última alma viva do planeta e a última esperança da humanidade. Será que ele vai encontrar outra pessoa viva no planeta? Seria pedir demais encontrar uma mulher no mundo?

ANÁLISE:

A história foi criada por Will Forte, que também é o protagonista da série.

A série retrata um mundo que sofreu uma epidemia que matou todas as pessoas do planeta, exceto Phil Miller. Pelo menos era isso que ele achava. Phil roda os Estados Unidos inteiro, indo em cada estado a procura de uma pessoa viva. Mas não acha ninguém, então tem a certeza que só ele existia agora.

Ele começa a morar numa mansão de um astro (não lembro de que) e essa casa ficava na cidade onde ele nasceu. Sozinho no mundo, Phil decide fazer o que a maioria das pessoas gostaria de fazer se fosse a última pessoa viva: merda (não literalmente). Ele quebra várias coisas – loja por exemplo -, explode um carro de luxo, estaciona o carro onde quiser, pega tudo o que quer no supermercado, e come muitas besteiras, sempre. Phil também se divertia sozinho. E seus dias era assim, dia após dia.

Mas depois de alguns meses, ele não estava mais aguentando a solidão, pensava muito em um milagre, e esse milagre fosse uma bela mulher. Ela pede a Deus, e pergunta porque ele foi o “sortudo”. Também começa a falar com várias bolas que tinham rostos desenhados – igual ao naufrago.

Depois de não aguentar mais tanta solidão e bebidas alcoólicas, Phil decide tentar se matar, mas quando estava perto disso, ele vê uma fumaça ao longe. Corre em direção a fumaça torcendo que fosse uma mulher maravilhosa com quem iria começar a repopular o mundo. Mas não é bem isso que ele encontra.

Bem, a partir dai a série começa a ficar mais interessante, e muito engraçada. Se tornou uma das melhores séries de comédia para mim, é uma produção diferente.

É uma ótima comédia que lhe prende, e você quer continuar assistindo até o fim, para saber o que Phil vai aprontar (kkk). A cada episodio ele se supera nas besteiras que faz. Muito boa mesmo.

NOTA: 8,5

 

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HUMANS – SÉRIE

Adaptada por Sam Vincent e Jonathan Brackey

País: Reino Unido

Gêneros: Drama, Ficção científica

Ano: 2015

Elenco:  Gemma Chan                             Rebecca Front             Neil Maskell

                Katherine Parkinson               William Hurt                Ruth Bradley

                Tom Goodman-Hill                   Danny Webb                Jack Derges

                 Pixie Davies                               Colin Morgan               Jill Halfpenny

SINOPSE:

A última invenção que toda família precisa ter é o “Synth” – um robô de alta tecnologia que trabalha como serviçal e se parece com um ser humano. Com a esperança de transformar a forma como vivem, uma família do subúrbio adquire um sintético para a casa, mas acabam descobrindo que compartilhar a rotina com uma máquina pode trazer sérias consequências.

ANÁLISE:

Humans é uma série onde os robôs em forma de pessoas (chamados de sintéticos) vivem na maioria das casas e nas ruas. Onde você vai, sempre há um sintético, trabalhando ou caminhando ao lado do seu dono.

Essa série britânica é um remake de Real Humans (äkta människor), da Suécia. Só que com mais dinheiro.

Na história, os sintéticos já são bem comuns em meio aos humanos. Arrumando a casa, fazendo a comida, e até colocando e contando histórias para crianças dormir. Em empresas e nas ruas eles também trabalham, tirando assim o emprego de milhões de pessoas em todo o mundo. Mas um grupo pequeno de outros sintéticos é diferente, têm uma consciência muito similar aos humanos. Seu criador (de todos) os manteve em segredo até sua morte. Agora, o grupo de sintéticos com inteligência artificial tenta se juntar para um objetivo bem grande e até mesmo perigo. Do lado deles, uma simples família inglesa, acaba ajudando-os. Isso porque acabaram comprando um dos sintéticos com IA.

Aparentemente as pessoas já estão acostumados com seus amigos e criados robôs. Mas será mesmo que eles devem conviver com (e como) nós? Essa primeira temporada trás muito isso. A maioria das pessoas acham que eles melhoram as nossas vidas, isso porque só veem um lado. Nem todas as pessoas gostam.

Esse remake trás uma qualidade de imagens melhor e um roteiro um pouco diferente, deixando a “cara” e o estilo do cinema britânico convencional.

O bom da história é que se passa num cotidiano de uma família normal, com preocupações, traições e desentendimentos. Mostra que os robôs não são maquinas de matar, pegando armas, atirando e brigando melhor que qualquer um ser humano (por enquanto até agora). Isso é ótimo.

NOTA: 7,5

SACO DE OSSOS – SÉRIES

Criado por Stephen King

País: EUA

Gêneros: Drama, Terror, Fantasia

Ano: 2011

Elenco:      Pierce Brosnan

                   Melissa George

                   Annabeth Gish

                   Anika Noni Rose

                   Caitlin Carmichael

                   William Schallert

                   Deborah Grover

                   Leslie Carlson

                   Gary Levert

                   Matt Frewer

                   Jason Priestley

SINOPSE:

O renomado romancista Mike Noonan incapaz de lidar sozinho com a repentina morte de sua esposa, retorna à casa no lago do casal, no Maine, procurando por paz e consolo. Lá, ele conhece a pequena Kyra, e sua mãe Mattie Viúva, ela luta na justiça pela guarda da filha contra Max Devore o rico ex-sogro. Mike resolve ajudá-las, ao mesmo tempo em que lida com as visitas que recebe de misteriosos fantasmas, e percebe que sua falecida esposa tem uma mensagem para ele.

ANÁLISE:

Essa série (para ser mais exato, minissérie) baseada de um dos livros do Stephen King, tem um bom enredo. Conta a história de um escritor de sucesso que perde sua linda e maravilhosa esposa durante uma de suas sessões de autografo do seu mais novo livro. Depois da morte dela, Mike não consegue mais escrever e decide ir passar um tempo na sua casa do lago.

Lá, ele começa a ser visitados por fantasmas, um dele é a sua esposa que tenta constantemente passar alguma mensagem para ele.  O outro fantasma é de uma cantora que fez show na cidade há anos, num festival que acontecia na cidade. Ele acaba conhecendo uma viúva e sua pequena filha. Mais tarde ele descobrirá segredos sobre elas e o passado dessa cidade, por conta de uma lenda que contam há anos sobre uma terrível maldição que assombra certas pessoas e o lugar. Por isso, a garotinha terá que ter sua proteção. E há um velho que começa a lhe seguir, ele não entende, e aos poucos conhecerá esse velho e sua esquisita mulher.

Existem vários flashes durante o decorrer da série, algo que vai explicando os acontecimentos. Algo que é um ponto forte. A série é composta por apenas dois episódios, e pro conta disso, em certas partes tem que ter paciência com o roteiro.

Essa minissérie é cheia de terror e suspense, além do mistério que circula a história. Algo que com certeza se esperava de uma história escrita por um dos maiores escritores da atualidade. Gostaria de ter lido o livro antes de assistir, mas não aconteceu. Poderia ter escrito mais os pontos que ficaram melhores e piores.

Não achei essa série ruim, só tem que gostar do gênero. É uma boa história de fantasma.

NOTA: 7

Saco de Ossos (2011)

Saco de Ossos (2011) (4)

BETWEEN – SÉRIES

Criado por Michael McGowan

País: EUA, Canadá

Gêneros: Drama, Fantasia

Ano: 2015

Duração: 45 minutos

Elenco:  Jennette McCurdy           Ryan Allen

               Jesse Carere                      Kyle Mac

               Jack Murray                       Krystal Nausbaum

               Brooke Palsson                 Jim Watson

               Justin Kelly

SINOPSE:

Uma doença desconhecida e misteriosa surge e leva a óbito todos os que tem mais de 22 anos. Quando o governo decide colocar uma área de 16km de diâmetro em quarentena, deixando todos os habitantes à própria mercê, uma luta pelo poder se inicia.

ANÁLISE:

Between teve sua 2ª temporada confirmada para 2016. Mas confesso que não esta torcendo por isso.

Uma série original Netflix, criada por Michael McGowan.

É mais uma série que isola várias pessoas numa pequena cidade. Em certo dia, numa cidade chamada Pretty Lake, pessoas começam a morrer de repente, pessoas essas, com mais de 22 anos. Por conta desta misteriosa doença, que ninguém sabe o que é, a cidade fica em quarentena. O governo americano simplesmente coloca cercas ao redor da cidade e não explica o que está acontecendo. Isso depois de um tempo começa a deixar as pessoas inquietas.

Bem, depois que a maioria dos adultos da cidade morre, um filho de um milionário da cidade tenta dar uma de xerife/prefeito. Tentando comandar apulso a população jovem que restou. Mas isso causa conflito entre ele e uma família de irmãos que morra mais afastados do cento da cidade. Com essas confusões entre eles, a série em certos episódios foca mais nisso: nesse conflito. Bom, isso porque um dos irmãos é o cara que vendia drogas na cidade e cometia alguns roubos por lá. Já os irmãos não gostam do milionário, porque ele é cheio de marra, e antes do pai dele morrer, o pai era o cara mais rico e dono de várias coisas na cidade. Mas enfim, tem outros personagens que se destacam na série, mas não que me aprofundar neles, e sim, na história.

Depois dos adultos mortos e o conflito entre as pessoas, a doença começa a ter mais foco, isso no final da série (algo que com certeza não foi nada legal). Quando começam a descobrir mais sobre essa misteriosa doença, todas as explicações começam a desabar em cima de você a cada minuto que passa. Ficou meio tosco isso. Você chega a parar e se perguntar: “Sério?”, porque você acaba percebendo que isso vai acontecer. Depois do quarto episodio (que ao todo são apenas seis), você percebe que na reta final todos os mistérios e segredos vão vim à tona.

O roteiro é muito fraco, como eu disse: o foco da doença é só no final. Cenas de coragem e ação que não ficaram boas, também têm. No final, um personagem novo aparece de repente dando explicações cientificas sobre a doença. E não é só isso.

Between tem um visual bem bacana. As cores são escuras, isso porque a cidade é fria e chove muito. Tem uma fotografia muito legal. Esse foi um ponto bom (acho que o único) que acabei realmente gostando.

NOTA: 5