AS SENHORAS DE SALÉM

Dirigido por Rob Zombie

Gêneros: Terror, Suspense

País: EUA, Reino Unido, Canadá

Ano: 2013

Elenco:  Sheri Moon Zombie       Dee Wallace                       Judy Geeson

              Bruce Davison               Patricia Quinn                     Meg Foster

               Ken Foree                     Maria Conchita Alonso

SINOPSE:

Na cidade de Salem, Massachusetts, vive a DJ Heidi (Sheri Moon Zombie), que trabalha em uma estação de rádio. Um dia, ela recebe uma pequena caixa de madeira, contendo um disco, um “presente dos deuses”. Enquanto ouve estes sons estranhos, Heidi começa a se lembrar do passado violento da cidade. Seria apenas um acesso de loucura, ou as bruxas dos séculos passados estariam despertando e voltando aos tempos modernos?

CRÍTICA:

A primeira coisa que tenho pra dizer é o que por que não assistir esse filme antes. Me surpreendeu demais.

Esse longa mostrou – deixou de fato claro – que o Rob Zombie não é um diretor ruim. Muito bem dirigido, cena após cena (claro, sempre tem algo errado que não caiu bem no roteiro). Mas não deixa de ser um ótimo filme!

Com uma história estranha, bizarra, sinistra, Zombie criou um dos melhores filmes sobre bruxas.

Na cidade de Salém, onde aconteceu as terríveis execuções das grandes bruxas, tem de volta alguns fantasmas do passado que não esqueceram o que aconteceu com elas. As bruxas que voltam para se vingar da cidade, são as mais brutais que já passam pela terra. E após uma locutora de rádio, chamada Heidi, ser surpreendida com um disco, que estava dentro de uma caixa de madeira, ela ao ouvir a música do disco, começa a agir de modo completamente diferente. Estranho. Bastante estranho na verdade.

O filme é bem esquadrado, bem produzido, e completamente diferente dos outros longas que o Zombie fez. Dessa vez não temos uma chuva de palavrões e muito gore. Mostra um diferencial enorme que ele teve ao criar As Senhoras de Salém.

Depois do seu “fracasso” no remake de Halloween – que eu particularmente gostei do primeiro (até demais), mas confesso que o segundo, ai sim, é uma merda. Mas enfim, acho que depois desse desse filme, Zombie conseguiu conquistar seu grande público de volta.

Apesar de ser um dos meus diretores preferidos, Rob Zombie é um dos melhores diretores do horror da atualidade.

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THE DEN- CRÍTICA

Dirigido por Zachary Donohue

Gênero: Terror, Thriller

Ano: 2013

País: EUA

SINOPSE:

Depois de receber uma garantia para a sua tese de pós-graduação, Elizabeth Benton (Melanie Papalia) se cadastra em um site de vídeo-chat conhecido como The Den, com a missão de explorar os hábitos de seus usuários. Durante uma de seus bate-papos aleatórios, Elizabeth assiste horrorizada o assassinato cruel de um adolescente na frente de sua webcam. Enquanto a polícia rejeita a hipótes e a considera como uma brincadeira viral, Elizabeth acredita que o que ela viu é real e toma para si a responsabilidade de encontrar a verdade. Sua gira rapidamente fora de controle quando ela é puxada para os recantos mais sombrios da internet. E, eventualmente, Elizabeth encontra-se presa em um jogo destorcido em que ela e seus entes queridos estão rumo ao mesmo destino terrível da primeira vítima.

CRÍTICA:

Tenho um receio de filmes em câmeras em primeira pessoa, mas apesar desse filme ser assim, gostei do jeito que ficou. A história é muito boa, e o diretor Zachary fez um ótimo trabalho. Esse filme trás medo e tensão. Gostei do roteiro, apesar de algumas partes no meio do filme ter falhazinha, mas não atrapalhou nada.O filme passa que não se deve se expor demais na internet, porque não se sabe realmente quem pode está vendo, como, alguém que poderia hackear seu computador – como acontece no filme -, então, temos que ficar esperto. O final me surpreendeu, porque mostrou que as filmagens, que os assassinos faziam, eram publicados em um site que as pessoas pagavam para assistir. Achei que não iriam fazer isso. Dizem que o filme foi baseado em um caso da Deep Web, um site que funcionava lá. Até hoje existem sites desse tipo, como todos sabemos.

NOTA: 8

The Den (2013)

A CENTOPEIA HUMANA 3 – CRÍTICA

Dirigido por: Tom Six

Lançamento:2015

Gênero: Terror

Nacionalidade: EUA

Elenco: Dieter Laser

                    Eric Roberts

                    Robert LaSardo

                    Tom Six

                    Laurence R. Harvey

                    Peter Blankenstein

SINOPSE:

O carcereiro Bill Boss (Dieter Laser) precisa lidar com problemas como rebeliões, rotatividade profissional e a falta de reconhecimento do governador (Eric Roberts) em sua atividade de liderar um grande presídio americano. Vendo que Boss não tem nenhuma perspectiva de resolver esses problemas, Dwight (Laurence R. Harvey), seu braço-direito, surge com uma ideia capaz de revolucionar o sistema penitenciário americano: a criação de uma centopeia humana de 500 pessoas.

CRÍTICA:

A Centopeia Humana 3 é o último da franquia, dirigida pelo diretor holandês Tom Six.

Nessa sequencia final a história gira em volta de um diretor de presidio Bill Boss. Um homem estressado, que vivia explodindo em fúria porque os presos não o respeitava. Mesmo torturando os presos com água fervente no rosto, quebrando seus ossos, e até mesmo os castrando, Bill não conseguia fazer com que eles se comportassem. E depois de ignorar por um bom tempo a ideia do seu contador, Dwight (que era um grande fã dos primeiros filmes da franquia, e também fã de Six), ele conta sua ideia a seu chefe: de fazer uma centopeia humana com os presos. Essa era a ideia que ele tinha para fazer com que os presos se comportarem e virar um cidadão melhor. quando saíssem da prisão. Então marcam uma reunião com Tom Six para ver como realmente funcionava o processo de liga-los. Bill, que ignorava a ideia, adora.

O filme é bem pesado e brutal. Muita violência e estrupo contém no filme. Também contém diálogos pesados. Six não economizou brutalidade nas cenas. A cada cena que passava, já sabia que iria ser pior (no sentido violência). É um filme que merece ser visto pra quem gosta do gênero e da franquia. Claro, não é uma obra prima, mas como gosto do gênero e da franquia…

NOTA: 8

POLTERGEIST – O FENÔMENO- CRÍTICA

Dirigido por Gil Kenan

Gênero: Terror

Ano: 2015

País: EUA

Elenco: Sam Rockwell

                   Rosemarie DeWitt

                   Jared Harris

                   Jane Adams

                   Saxon Sharbino

                   Kyle Catlett

                   Kennedi Clements

                   Susan Heyward

SINOPSE:

A família Bowen acaba de se mudar para uma nova casa. O pai, a mãe e os dois filhos parecem se adaptar bem ao novo lar, até começarem a perceber estranhas manifestações em casa, atingindo principalmente a filha pequena. Um dia, ela é sequestrada pelas forças malignas, fazendo com que os pais procurem a ajuda em especialistas no assunto, para recuperar a criança antes que seja tarde demais.

CRÍTICA:

Bom, vou começar dizendo que esperava algo a mais desse filme, algo diferencial dos filmes de terror sobrenatural que foram lançados de uns anos pra cá. Falo isso porque a maioria dos filmes terror sobrenatural tem bastantes partes parecidas (até iguais). Achei que esse seria diferente, mas acabou nesse “padrão”.

Poltergeist- O Fenômeno começa com a família Bowmen se mudando para uma casa nova. Fizeram a mudança porque não podiam continuar pagando a casa antiga. A filha mais nova, de três irmãos, começa a falar com “algo” logo na chegada a casa.

Depois de uns 25 a 30 minutos de filme, as aparições sobrenaturais acontecem uma atrás da outra. Isso faz com que o roteiro enfraqueça. E assim que a família percebe que o Poltergeist está fora de controle, eles resolvem chamar um famoso especialista no assunto para ajuda-los. Isso é algo muito clichê nesse tipo de filme. Logo quando entra na casa, já diz como vai salvar a menina e faz uma “leitura” do Poltergeist.

O filme também possui muita comédia, a maioria delas piadas forçadas. Um ponto que não gostei. Nesses tipos de filmes é bem comum ter um toque de humor (que em alguns filmes até fica legal, se encaixa), mas no Poltergeist teve muitas, então não ficou legal. Exageraram.

No final, tentaram terminar o filme com uma cena grande, não deu muito certo. E o Poltergeist não desistia da família, principalmente da menina.

Enfim, é mais um filme de terror com um drama ruim. Sinceramente esperava mais.

NOTA: 6

VELOZES E FURIOSOS 7 – CRÍTICA

Dirigido por James Wan

Gênero: Ação

País: EUA

Ano: 2015

Elenco:         Paul Walker                          Ludacris

                     Vin Diesel                              Michael Jai White

                     Dwayne Johnson                  Nathalie Emmanuel

                     Michelle Rodriguez              Nathalie Kelley

                     Anna Colwell                        Ronda Rousey

                     Djimon Hounsou                  Sung Kang

                     Elsa Pataky                           Tony Jaa

                     Jason Statham                      Tyrese Gibson

                     Jordana Brewster

                     Kurt Russell

                     Lucas Black

SINOPSE:

Após os acontecimentos em Londres, Dom (Vin Diesel), Brian (Paul Walker), Letty (Michelle Rodriguez) e o resto da equipe tiveram a chance de voltar para os Estados Unidos e recomeçarem suas vidas. Mas a tranquilidade do grupo é destruída quando Ian Shaw (Jason Statham), um assassino profissional, quer vingança pela morte de seu irmão. Agora, a equipe tem que se reunir para impedir este novo vilão. Mas dessa vez, não é só sobre ser veloz. A luta é pela sobrevivência.

CRÍTICA:

O jeito com que James Wan (um dos meus diretores preferidos) dirigiu o filme, ficou muito bem feito. As cenas de ação uma melhor que a outra e deixando o público fascinado. Com certeza as cenas mais absurdas de ação da franquia estão nesse filme. É assim que eu defino Velozes e Furiosos 7: muita ação. 

As cenas de brigas são incríveis, logo no começo tem uma delas. Mesmo as cenas de corridas de ruas não está muito presente nesse filme (assim como o 5 e 6), os fãs da franquia vão gostar muito. 

O roteiro tem uma falha em alguns diálogos de Vin Diesel, como suas frases de efeito (mas não só dele). Mas você pode ficar tranquilo que o filme não decepciona.

Alguns personagens tiveram participação bem diferentes, como a de Jornada que foi deixada de lado, Ludacris, assim como Tyresse, que tem o papel de trazer o bom humor para o filme.

O final, com muita emoção, já era esperado. A homenagem que fizeram para Paul Walker é realmente tocante, ainda mais com as palavras que Diesel diz no final. Com certeza deixou saudades. 

Mas é isso, o filme tem muita ação e explosão. Vale a pena conferir. 

NOTA: 8,5

O GRANDE HOTEL BUDAPESTE- CRÍTICA

Dirigido por Wes Anderson

Gênero: Comédia , Drama , Policial

Nacionalidade: Reino Unido, Alemanha

Relançamento  22 de janeiro de 2015

Lançamento 3 de julho de 2014

Duração: 1h40min

Elenco:         Adrien Brody                   Heike Hanold-Lynch             

                     Bill Murray                       Jason Schwartzman

                     Bob Balaban                    Jeff Goldblum

                     Edward Norton                Karl Markovics

                      Murray Abraham             Léa Seydoux

                     Florian Lukas                   Mathieu Amalric

                     Gabriel Rush                    Matthias Matschke

                     Harvey Keitel                   Milton Welsh                

                     Tony Revolori                  Tom Wilkinson

                     Willem Dafoe

SINOPSE:

No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.

CRÍTICA:

Sinceramente não esperava muito desse filme. Mas nos primeiros vinte minutos, já achei o filme ótimo, e a partir dali, tinha a certeza que não iria me decepcionar.

Os personagens me chamou muita atenção (com certeza não só a minha), principalmente Zero (Tony Revolori) e Gustave (Ralph Fiennes). Os dois têm um jeito muito engraçado e inteligente. Os outros personagens também chamam muita atenção, cada um deles tem seu jeito diferente de ser. Com tudo – em relação a Comédia do filme -, me lembrou muito o humor dos filmes da década de 30 e 40. Me diverti bastante. Os diálogos excelentes.

As roupas que compõem o figurino é impecável. Agora, vem a parte que queria falar quando começou o filme, a fotografia. A fotografia ficou belíssima, os cenários simplesmente incríveis, cada vista mais bonita que a outra, as cores achei que ficaram ótimas, mais vibrantes, e o posicionamento das câmeras ficaram diferenciadas. Uma estética impecável.

Mas, como todo filme, sempre tem algo que não caiu bem: a parte que Zaro fala sobre sua antiga noiva que morreu por causa de uma doença. Deveria ter falado mais sobre o passado desse imigrante, e não só dele, como também o de Gustave. E depois da morte de Gustave, Zero fica com toda sua herança. Mas, ao passar dos anos, ele sempre volta ao hotel – sozinho -, e fica “abandonado”. Queria que tivesse falado mais depois da que ele herdou tudo.

Com certeza o filme merece ser assistido, e não só uma vez.

NOTA: 10