O Espadachim de Carvão e As Pontes de Puzur, de Affoso Solano

AUTOR: AFFONSO SOLANO

Editora: LEYA

GÊNERO: FANSTASIA

ANO: 2015

NÚMERO DE PÁGINAS: 192

SINOPSE:

Lutando para se adaptar ao mundo dos mortais, Adapak se refugia no navio de Sirara, farto de lidar com os segredos do passado. Mas quando um antigo diário cai em suas mãos, o “Espadachim de Carvão” acaba por mergulhar nos registros de alguém responsável por influenciar não somente sua vida, mas a história de Kurgala – uma menina forçada a acompanhar a jornada de um ladrão desesperado, disposto a violar as regras mais antigas que os Quatro Que São Um deixaram para trás. Quem foi Puzur? O que procurava? Enquanto viaja pelas páginas do tempo, Adapak desconhece que sua curiosidade está prestes a colocá-lo sob a ameaça de algo que ele mesmo possa ter desencadeado.

RESENHA: 

Depois de alguns meses de ler o primeiro livro sobre Adapak, esperei muito ansioso para ler As Pontes de Puzur. O primeiro foi muito bom – melhor do que minhas expectativas.

Voltar novamente ao mundo de Kurgala era um dos meus desejos. Esse mundo fazia falta. Mas finalmente li o segundo livro sobre o espadachim de carvão.

Em As Pontes de Puzur, vemos mais sobre Kurgala. Mas muito antes de Adapak nascer. Nesse livro, não temos muito contato com a sequencia da jornada do espadachim.

Um ladrão chamado Puzur, é o foco. Ele é uma criatura que há muito tempo possuía as três espadas: Lukur, Igi e Sumi. Algumas das relíquias. Com elas, ele podia viajar mais rápido que qualquer coisa existente. Ninguém viajava mais rápido que Puzur.

Em uma de suas fugas, uma menina, chamada Laudiara, entra em seu caminho. Depois de certo acontecimento, ele é obrigado a levar a garota junto com ele para sua jornada. Mas como ele era um ladrão – e não qualquer ladrão -, Puzur era procurado pelos Zeladores. Um grupo de “polícias”, só que muito mais importantes, que diziam ser os mais próximos dos deuses. Por conta disso, alguns problemas viram.

 Já o nosso querido Adapak,  passa quase todo o livro em apenas um lugar: numa biblioteca. Ele queria saber mais sobre esse Puzur e suas espadas que viajava, e também sobre esse grupo chamado Zeladores.

Esse livro deixa claro que é mais uma especie de explicação para o terceiro livro. Depois do que acontece no final, o terceiro volume promete muita ação.

NOTA: 4 /5

 

 

 

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